Menos de 20 minutos de celular na cama reduzem pela metade a qualidade do sono, alerta estudo de Harvard
INER alerta para impacto no descanso e reforça importância do colchão certificado
Dormir com o celular ao lado da cama, hábito cada vez mais comum entre os brasileiros, pode estar comprometendo silenciosamente a qualidade do sono e a recuperação do organismo. O estudo da Sleep Foundation, realizado em Harvard Medical School, revela que a exposição à luz azul emitida pelas telas antes de dormir, mesmo que por apenas 13 minutos apenas, reduz em 50%, a produção de melatonina, hormônio responsável por regular o ciclo do sono, dificultando o adormecimento e reduzindo a profundidade do descanso.
Além dos efeitos da tecnologia, especialistas reforçam que a qualidade do sono também está diretamente ligada aos cuidados com o ambiente de descanso e à escolha adequada de colchões e travesseiros. Diante desse cenário, o Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER) chama atenção para um aspecto complementar, mas igualmente decisivo: a qualidade do suporte físico durante a noite. Segundo o Instituto, além da higiene do sono e da redução do uso de telas, o colchão exerce papel fundamental na continuidade do descanso e na recuperação muscular e postural.
“A luz das telas e a hiperestimulação cerebral já criam uma barreira importante para o início do sono. Mas, mesmo quando a pessoa consegue dormir, fatores como um colchão desgastado ou um travesseiro inadequado podem comprometer todo o ciclo de recuperação do organismo. Quando isso se soma a um colchão inadequado, sem suporte técnico e sem estabilidade estrutural, o impacto no descanso é ainda maior. O corpo e o cérebro precisam trabalhar em conjunto para que o sono seja realmente restaurador”, afirma Cleriane Lopes Denipoti, diretora-executiva do INER.
Especialistas apontam que, mesmo após conseguir dormir, o organismo precisa passar por ciclos profundos de sono para consolidar a memória, equilibrar hormônios e promover recuperação física. Nesse processo, o alinhamento correto da coluna e a distribuição equilibrada dos pontos de pressão são fundamentais.
Por isso, cuidados simples no dia a dia fazem diferença: manter o colchão limpo e bem conservado, respeitar o tempo de vida útil do produto e escolher travesseiros que garantam o alinhamento do pescoço são medidas essenciais para preservar a qualidade do sono.
É nesse contexto que o Selo Pró-Espuma se destaca como referência de qualidade no setor colchoeiro. Coordenado pelo INER, o programa certifica colchões que passam por rigorosos ensaios laboratoriais de densidade, firmeza, deformação, resistência e durabilidade, garantindo que o produto ofereça suporte adequado ao corpo ao longo de toda a noite.
“O consumidor costuma relacionar qualidade do sono apenas a hábitos comportamentais, como evitar o celular antes de dormir, o que é muito importante. No entanto, a escolha de um colchão certificado e adequado ao biotipo, assim como o uso de travesseiros de qualidade, são fatores determinantes para um sono profundo e contínuo. O Selo Pró-Espuma assegura que esse suporte foi testado e validado”, destaca Cleriane.
O INER reforça que o sono de qualidade depende de um conjunto de fatores: ambiente escuro, redução de estímulos eletrônicos, rotina regular e escolha de colchões certificados, com densidade e desempenho compatíveis com o biotipo do usuário. Mais do que evitar o uso do celular à noite, investir em produtos certificados e adotar boas práticas de cuidado com colchões e travesseiros é um passo fundamental para garantir saúde, bem-estar e qualidade de vida.
Sobre o INER
O Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER) atua desde 1984 com o propósito de elevar a qualidade e a padronização do mercado de colchões no Brasil. Pioneiro na criação da tabela de biotipo e do Certificado Pró-Espuma, o INER combina conhecimento técnico, estudos científicos e tecnologia para promover produtos de alto desempenho e segurança. Em parceria com empresas e marcas do ecossistema do sono, fomenta a conscientização do consumidor, a capacitação de profissionais e a valorização de seus associados, fortalecendo uma cultura de excelência, integridade e sustentabilidade.




