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Garotinha que aguardava vaga pelo SUS é acolhida em hospital particular

 Garotinha que aguardava vaga pelo SUS é acolhida em hospital particular

Quem se lembra da garotinha Mavie Lourenço Nunes da Silva, 1 ano de 10 meses, que aguardava uma transferência para um hospital? Após a repercussão do caso, a Unimed se sensibilizou, quebrou a carência do convênio do pai da criança e está dando tudo o suporte necessário. Segundo a mãe, Maini Tainá Lourenço Prudencio, 25 anos, a bebê duas doses de Imonuglobina, medicamento que a menor precisava para tratar a doença de Kavasaki – inflamação aguda dos vasos sanguíneos (vasculite) que atinge principalmente crianças pequenas, com cerca de 85% dos casos em menores de cinco anos. A mãe informou que a menina passará por exames cardíaco e se estiver tudo bem, terá alta na próxima sexta-feira (21). “Está até aprontando, andando de um lado para o outro. Graças a Deus correu tudo bem e ela não teve alergia”, frisa Maini.

Relembre o caso

Uma mãe estava desesperada e lutava contra o relógio para salvar a vida da filha Mavie Lourenço Nunes da Silva, 1 ano de 10 meses. A bebê foi diagnosticada com uma doença rara: Kawasaki – inflamação aguda dos vasos sanguíneos (vasculite) que atinge principalmente crianças pequenas, com cerca de 85% dos casos em menores de cinco anos. Segundo a mãe Maini Tainá Lourenço Prudencio, 25 anos, a criança deu entrada em hospitais da região, mas foi medicada e posteriormente liberada. A bebê precisa tomar um medicamento Imunoglobulina que somente é fornecido em Sorocaba. Após ser internada no hospital Nossa Senhora do Monte Serrat, em Salto, foram tomadas todas as medidas para a inserção na Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS), e mesmo com tantas tentativas por parte da equipe médica, a Diretoria Regional de Saúde (DRS), dá negativa. Mavie está sendo bem cuidada no Monte Serrat, seu quadro de saúde é estável, mas o medicamento prescrito para ela é de extrema importância. “Já não sei mais o que fazer. Essa doença causa inchaço nas veias do corpo de minha filha. Ela é só uma bebê. Espero que as autoridades tomem as devidas providências”, desaba a autônoma. “O medicamento que ela precisa tomar precisa de cuidados redobrados pois pode dar alergia”, explica. O jornalista Rick Caetano vai acompanhar o caso de perto e cobrar um posicionamento da DRS de Sorocaba. Vale lembrar que a medicação é de responsabilidade do Governo do Estado e não da Prefeitura de Salto, haja vista, que a aplicação depende de um hospital e equipe médica especializada.

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    rickfm

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