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Dor de cabeça frequente pode indicar problemas mais graves de saúde, alertam especialistas

 Dor de cabeça frequente pode indicar problemas mais graves de saúde, alertam especialistas

Especialista do Ceunsp explica sinais de alerta, riscos da automedicação e diferenças entre os principais tipos de dor de cabeça.

No Dia Nacional de Combate à Cefaleia, celebrado em 19 de maio, especialistas reforçam um alerta importante: embora a dor de cabeça seja frequentemente banalizada no cotidiano, mudanças no padrão de crises, frequência ou sintomas associados podem indicar problemas de saúde que exigem atenção médica. Considerada uma das queixas mais comuns da população, a cefaleia pode estar ligada desde fatores como estresse, ansiedade e noites mal dormidas até condições neurológicas que precisam de investigação especializada.

De acordo com Daiana Zupirolli, professora do curso de medicina do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (Ceunsp), um dos principais pontos de atenção é quando a pessoa começa a apresentar dores de cabeça sem histórico anterior do problema. “Mudanças no padrão da dor também merecem investigação, especialmente em pacientes que já convivem com enxaqueca”, conta.

Pessoas que convivem com enxaqueca, por exemplo, costumam reconhecer o padrão habitual das crises. Por isso, quando a dor passa a ser mais intensa, frequente ou apresenta características diferentes do comum, o quadro deve ser investigado com atenção, explica a especialista.

Além da intensidade da dor, ela explica que sintomas neurológicos associados também merecem atenção. “Alterações visuais, dificuldade para falar, tontura, perda de força nos braços ou pernas, alterações de sensibilidade e rigidez na região do pescoço podem indicar situações mais delicadas”, afirma.

Outro problema recorrente é a automedicação. O uso frequente de analgésicos sem acompanhamento profissional pode mascarar quadros importantes e até provocar um efeito contrário, aumentando a frequência das dores. Nesses casos, o uso excessivo desses medicamentos pode levar ao desenvolvimento da chamada cefaleia por abuso de analgésicos.

Os diferentes tipos de dor de cabeça e seus sintomas

Daiana também destaca que a dor de cabeça não deve ser tratada de forma genérica, já que existem diferentes tipos de cefaleia, cada uma com características e tratamentos específicos. Entre as mais comuns está a enxaqueca, que costuma provocar dores mais intensas e pulsáteis, geralmente em apenas um lado da cabeça, podendo vir acompanhada de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz, sons e cheiros. Em alguns casos, o paciente também pode apresentar alterações visuais antes das crises, conhecidas como aura.

Já a cefaleia tensional costuma causar sensação de pressão ou aperto na cabeça, frequentemente associada ao estresse, ansiedade, tensão muscular e cansaço. Existe ainda a cefaleia em salvas, considerada uma das mais intensas, normalmente localizada ao redor de um dos olhos e acompanhada de sintomas como lacrimejamento, vermelhidão ocular e congestão nasal.

Outro tipo recorrente é a cefaleia cervicogênica, relacionada a problemas na região cervical. Nesses casos, a dor geralmente começa no pescoço e irradia para a cabeça, podendo piorar com determinados movimentos. Já a cefaleia por sinusite costuma vir acompanhada de sensação de pressão na face, congestão nasal e piora ao abaixar a cabeça.

A especialista também chama atenção para a cefaleia por abuso de medicação, causada pelo uso frequente de analgésicos. “Cada tipo de dor de cabeça possui características próprias. Por isso, quando as crises são frequentes, intensas ou acompanhadas de sinais de alerta, a avaliação médica é fundamental para identificar corretamente a causa e definir o tratamento mais adequado”, finaliza.

Além do acompanhamento médico, alguns hábitos cotidianos podem ajudar na prevenção das crises. Alimentação equilibrada, hidratação adequada, sono regular e controle do estresse estão entre os principais cuidados recomendados. Já a privação de sono, longos períodos sem se alimentar, desidratação e estresse são fatores que podem desencadear ou agravar as crises de cefaleia, principalmente em pessoas que já têm predisposição.

Sobre o Ceunsp – Com mais de 60 anos de tradição e dois campi – Itu e Salto –, o Ceunsp é reconhecido por seu ensino de qualidade, com ótimos indicadores comprovados pelo MEC, Enade e Guia da Faculdade, sendo considerado um dos maiores complexos educacionais da região. Oferece cursos de graduação e pós-graduação em diversas áreas do conhecimento. Em 2024, o Ceunsp passou a oferecer o curso de Medicina. A instituição pertence ao grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados. Visite: www.ceunsp.edu.br.

rickfm

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