DESTAQUES
Cirurgia íntima: descubra 6 celebridades que já fizeram intervenções Gabriel Martinelli é convocado para jogar pelo Brasil na Copa do Mundo 2026 Indaiatuba recebe espetáculos gratuitos do projeto Bonecos sem Fronteiras no Piano Mulher encontrada morta na SP-75 era moradora de Itu; marido confessou o crime IR 2026: saiba como declarar previdência privada, seguro de vida e título de capitalização Dor de cabeça frequente pode indicar problemas mais graves de saúde, alertam especialistas Em salto, homem leva morador de rua para casa mas acaba roubado Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir de hoje Goiás: Criança atacada por onça passa por cirurgia e segue estável Guardiões da Alegria visita hospitais, asilos e creches para levar entretenimento e diversão Cirurgia íntima: descubra 6 celebridades que já fizeram intervenções Gabriel Martinelli é convocado para jogar pelo Brasil na Copa do Mundo 2026 Indaiatuba recebe espetáculos gratuitos do projeto Bonecos sem Fronteiras no Piano Mulher encontrada morta na SP-75 era moradora de Itu; marido confessou o crime IR 2026: saiba como declarar previdência privada, seguro de vida e título de capitalização Dor de cabeça frequente pode indicar problemas mais graves de saúde, alertam especialistas Em salto, homem leva morador de rua para casa mas acaba roubado Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir de hoje Goiás: Criança atacada por onça passa por cirurgia e segue estável Guardiões da Alegria visita hospitais, asilos e creches para levar entretenimento e diversão

Golpe do Chocolate: quando um “brinde doce” vira roubo de dados e dinheiro

 Golpe do Chocolate: quando um “brinde doce” vira roubo de dados e dinheiro

Nos últimos meses começou a circular no Brasil um novo tipo de fraude que mistura engenharia social, phishing digital e até abordagem presencial. Ele ficou conhecido como “Golpe do Chocolate”, e apesar do nome aparentemente inocente, pode resultar em prejuízos financeiros e roubo de identidade.

O esquema funciona explorando um gatilho psicológico simples: a promessa de um presente gratuito. Criminosos divulgam nas redes sociais ou no WhatsApp mensagens oferecendo caixas de chocolate ou vouchers que supostamente chegariam a R$ 1.000 em produtos. Para receber o “prêmio”, a vítima precisa clicar em um link, preencher dados pessoais ou compartilhar a promoção com diversos contatos.

Na prática, trata-se de um site falso de phishing criado para capturar informações como CPF, telefone, endereço e dados bancários. Em alguns casos, os golpistas pedem ainda o pagamento de uma pequena “taxa de entrega”, geralmente via Pix ou cartão de crédito.

Mas o golpe não para no ambiente digital.

Outra variação envolve criminosos que aparecem presencialmente alegando entregar um brinde promocional. A vítima é convencida a pagar uma taxa simbólica pela entrega usando uma maquininha adulterada, que registra valores muito maiores do que os exibidos na tela.

Há ainda uma versão ainda mais sofisticada: os golpistas dizem precisar tirar uma foto do rosto da vítima para confirmar a entrega do brinde. Essa imagem pode ser utilizada em tentativas de fraude que exploram sistemas de biometria facial utilizados por bancos e aplicativos financeiros.

Em situações mais graves, a abordagem pode evoluir para assaltos presenciais, quando os criminosos utilizam a suposta entrega como pretexto para se aproximar da vítima. Esse tipo de fraude mostra uma tendência clara no mundo do crime digital: a integração entre golpes online e ações no mundo físico. Os criminosos não dependem apenas de links falsos ou e-mails fraudulentos. Eles combinam diferentes técnicas para aumentar as chances de sucesso.

Para se proteger, algumas atitudes são fundamentais:

* Desconfie de promoções exageradas ou brindes de alto valor.

* Não clique em links recebidos por WhatsApp ou redes sociais.

* Nunca pague “taxa de entrega” para receber algo que deveria ser gratuito.

* Confira promoções diretamente nos canais oficiais das empresas.

* Não permita que desconhecidos tirem fotos do seu rosto como forma de validação de entrega.

Em caso de suspeita ou fraude consumada, a recomendação é registrar boletim de ocorrência imediatamente e comunicar o banco, especialmente se houve pagamento ou exposição de dados bancários.

A velha regra continua valendo: quando a oferta parece boa demais para ser verdade, quase sempre é golpe.

Por Afonso Morais – Advogado, especialista em fraudes digitais, CEO do escritório ADV. Morais Advogados Digital e criador host do podcast Falando de Fraudes

rickfm

Posts Relacionados

AO VIVO
FM 90 No Seu Rádio, FM É 90!