Estade de São Paulo: 215 pessoas morreram em 2025 vítimas de acidentes de linha com cerol

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, 215 pessoas morreram no estado em decorrência de acidentes com linhas cortantes em 2025. Não há um balanço consolidado oficial fechado para todo o território nacional no mesmo período, pois os dados consolidados costumam ser divulgados de forma fragmentada por estados ou por órgãos de trânsito e segurança públicos específicos.
Dados e Estatísticas de São Paulo.
Óbitos em 2025: 215 mortes registradas no estado de São Paulo.
Variação anual:
Aumento de 10% em relação aos 195 óbitos contabilizados no estado em 2024.
Atendimentos de saúde:
Foram registrados 179 casos de feridos atendidos em unidades de referência ambulatorial na região de Bauru, um salto de 188% sobre os 62 casos do ano anterior. Na média do estado de São Paulo, os atendimentos de urgência por cortes de linha com cerol e linha chilena subiram 79%.
Perfil dos Acidentes
Principais vítimas: Condutores de motocicletas e motoboys que trafegam em vias urbanas e rodovias.
Materiais envolvidos:
Uso clandestino de cerol (mistura de cola e vidro moído) e linha chilena (óxido de alumínio e quartzo moído).
Prevenção:
Uso obrigatório de antenas corta-pipas acopladas ao guidão das motocicletas para desviar ou romper os fios antes de atingirem o condutor.Se você quiser, posso detalhar as leis de proibição e as penalidades para quem usa ou vende cerol no Brasil.
Balanço
Estima-se que cerca de 10 pessoas morram por ano no Brasil vítimas de ferimentos causados por linhas de pipa com cerol ou linha chilena, embora não exista um sistema de contagem oficial único para todo o país, gerando subnotificações. Campanhas de conscientização e associações apontam centenas de acidentes anuais.
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